A Secretaria de Saúde de Petrolina, no Sertão de Pernambuco, emitiu um novo alerta à população após a confirmação de mais um óbito decorrente de intoxicação por metanol no município. A vítima, um homem de 32 anos, teve sua morte registrada no dia 19 de maio nas proximidades de um centro comercial da cidade. A causa do falecimento foi oficialmente atestada por meio de laudos emitidos pela Polícia Científica, que identificaram a presença da substância tóxica no organismo do jovem.
Conforme informações repassadas pela pasta de saúde na última semana, o caso integra uma série de ocorrências preocupantes que vêm sendo monitoradas pelas autoridades locais. Com este novo registro, Petrolina contabiliza um total de quatro casos confirmados de intoxicação por metanol, elevando o nível de atenção dos órgãos de fiscalização sobre a comercialização de bebidas alcoólicas na região. A investigação agora busca rastrear a origem do produto consumido pela vítima para identificar possíveis focos de distribuição de substâncias adulteradas.
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O histórico recente de casos no município inclui o falecimento da influenciadora digital Yasmim Ângela Feitosa de Souza, de 26 anos, ocorrido em novembro do ano passado, logo após as celebrações de seu aniversário. Na ocasião, o namorado da jovem, Fridman Gustavo Amorim Brito, de 22 anos, também foi vítima da mesma substância, falecendo em dezembro após quase um mês de internação hospitalar. A recorrência desses episódios reacende o debate sobre a segurança sanitária e os riscos graves de consumir bebidas de procedência duvidosa.
O metanol, substância química altamente tóxica, é frequentemente utilizado de forma clandestina para adulterar bebidas alcoólicas, visando reduzir custos de produção. A ingestão, mesmo em pequenas quantidades, pode causar cegueira, falência múltipla de órgãos e morte. A Secretaria de Saúde reforça a necessidade de que os consumidores evitem adquirir bebidas em estabelecimentos sem licença ou que apresentem embalagens suspeitas. As autoridades continuam em diligência para coibir a comercialização destes produtos, alertando que a colaboração da população, por meio de denúncias sobre locais que vendam produtos sem procedência, é fundamental para prevenir novas tragédias na região.






