Na manhã deste último sábado (21), a tranquilidade do bairro de Apipucos, na Zona Norte do Recife, foi interrompida por uma descoberta macabra. O corpo de um homem, cuja identidade e faixa etária permanecem sob investigação, foi encontrado boiando nas águas do açude local. A cena, que rapidamente gerou repercussão em diversas plataformas digitais, mostrava a vítima sem camisa e vestindo uma bermuda amarela, à deriva, despertando preocupação entre os moradores e frequentadores da área.
Este episódio marca uma estatística alarmante para a capital pernambucana, tratando-se do terceiro caso de corpo localizado em condições semelhantes no intervalo de apenas uma semana. A recorrência desses eventos levanta questões urgentes sobre a segurança pública e as circunstâncias que envolvem tais óbitos em corpos hídricos da região metropolitana. As autoridades competentes, incluindo a Polícia Civil e o Corpo de Bombeiros, foram prontamente acionadas para realizar o resgate e os procedimentos periciais iniciais.
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A ocorrência foi oficialmente registrada pela Central de Plantões da Capital, localizada no bairro de Campo Grande, sob a tipificação de "morte a esclarecer". É importante destacar que, nos dias 16 e 18 da mesma semana, outros dois homens foram encontrados em situações análogas: um próximo ao Armazém 14, no Bairro do Recife, e outro no Rio Capibaribe, também na Zona Norte. Embora a proximidade dos casos chame a atenção, a Polícia Civil enfatizou que as investigações seguem em curso para determinar se existe qualquer conexão entre as mortes ou se são eventos isolados.
O Corpo de Bombeiros, responsável pela remoção dos restos mortais do açude, não divulgou detalhes sobre possíveis marcas de violência, o que torna o laudo do Instituto de Medicina Legal (IML) peça-chave para o prosseguimento do inquérito. O Arcoverde Agora continuará acompanhando o desenrolar das investigações e trará atualizações assim que novas informações forem disponibilizadas pelas secretarias de segurança pública do estado. A população que possuir informações que possam auxiliar na identificação das vítimas pode entrar em contato com os canais oficiais da polícia.






