O presidente Lula (PT) conversou nesta manhã por videochamada com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O diálogo, que foi confirmado ao governo brasileiro na noite de domingo, segue o plano inicial do Palácio do Planalto de evitar, em um primeiro momento, uma reunião presencial entre os dois líderes.
O principal assunto da conversa foi o "tarifaço", que colocou o Brasil como um dos principais alvos da taxação norte-americana. As tarifas chegam a 50% para produtos importantes da exportação brasileira, como café, carne e frutas.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que acompanhou a conversa ao lado do chanceler Mauro Vieira e do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), classificou o papo como “positivo”. No entanto, nenhum dos governos se pronunciou oficialmente nem deu mais detalhes sobre o teor do diálogo.
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Lula tem a intenção de reduzir as imposições, mas mantém o discurso de que a “soberania não é negociável”. O governo norte-americano aponta o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) como o principal motivo das medidas. O Planalto, por sua vez, afirma que o tema não seria levado a debate pelo presidente, por ser uma questão que compete ao Supremo Tribunal Federal (STF).






