O advogado-geral da União, Jorge Messias, foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para ocupar uma cadeira no Supremo Tribunal Federal (STF), o que pode devolver a Pernambuco um representante na mais alta Corte do país após 62 anos.
Ao longo da história, 11 pernambucanos já chegaram ao STF. O último foi Barros Barreto, nomeado por Getúlio Vargas em 1939, permanecendo no tribunal até 1963. Caso seja aprovado pelo Senado, Messias — hoje com 45 anos — poderá integrar a Corte até 2055, quando atingirá a idade da aposentadoria compulsória, totalizando até 30 anos de atuação.
Formado pela tradicional Faculdade de Direito do Recife (UFPE), Messias se junta a uma linhagem de juristas da instituição que já formou 40 ministros do STF, sendo o último o paraibano Rafael Mayer, aposentado em 1989.
Estados sem representantes no STF
De acordo com dados oficiais do Supremo, seis Estados e o Distrito Federal nunca tiveram um ministro na Corte:
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Acre, Amapá, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Roraima, Tocantins e o Distrito Federal.
Já as unidades que mais tiveram ministros ao longo da história são:
Rio de Janeiro – 33
Minas Gerais – 30
São Paulo – 26
Rio Grande do Sul – 18
Bahia – 14
Pernambuco – 11
Origem dos atuais ministros do STF
Alexandre de Moraes – São Paulo (SP)
Cármen Lúcia – Minas Gerais (MG)
Cristiano Zanin – São Paulo (SP)
Edson Fachin – Rio Grande do Sul (RS)
Flávio Dino – Maranhão (MA)
Gilmar Mendes – Mato Grosso (MT)
Luiz Fux – Rio de Janeiro (RJ)
Nunes Marques – Piauí (PI)
André Mendonça – São Paulo (SP)






