A cidade de Areia Branca, localizada na região da Costa Branca do Rio Grande do Norte, foi palco de um cenário de violência extrema na tarde do último sábado (7). Em um intervalo curto de tempo, dois homens, ambos de 27 anos, foram brutalmente executados em ocorrências distintas, mas que apresentam indícios alarmantes de conexão. As vítimas foram identificadas como Antônio Carlos Mendonça Júnior e Wellington Alexandre da Silva, cujos óbitos foram confirmados no local após serem atingidos por múltiplos disparos de arma de fogo.
As autoridades policiais que acompanham o caso trabalham com a hipótese de que um mesmo grupo criminoso tenha orquestrado ambas as execuções. Segundo o delegado Roberto Moura, a utilização de armamento de mesmo calibre — especificamente pistolas 9mm — em ambos os cenários reforça a suspeita de uma ação coordenada. O trabalho de investigação está sob a responsabilidade da Delegacia de Areia Branca, que busca agora elucidar a motivação por trás da violência e identificar os suspeitos que, até o momento, permanecem foragidos.
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O primeiro homicídio ocorreu em uma borracharia situada às margens da BR-110, por volta das 14h50. Antônio Carlos Mendonça Júnior trabalhava no local quando foi surpreendido por dois homens que desceram de um veículo e iniciaram uma sequência de disparos. Registros de câmeras de segurança mostram o momento da abordagem; embora outras pessoas estivessem no local e tenham conseguido fugir, Antônio não resistiu aos ferimentos provocados por mais de 20 tiros. De acordo com informações policiais, ele não possuía histórico criminal.
Quase simultaneamente, a cerca de quatro quilômetros dali, outro crime chocava a população. Wellington Alexandre da Silva estava dentro de um ônibus quando criminosos interceptaram o coletivo, invadiram o veículo e indagaram sobre sua identidade. Ao ouvir seu nome, Wellington tentou escapar pulando pela janela, mas foi perseguido e executado com aproximadamente 15 disparos. A Polícia Civil do Rio Grande do Norte segue coletando depoimentos e imagens para mapear a rota de fuga dos assassinos e esclarecer se existe algum vínculo pessoal ou faccionário que tenha motivado os ataques.






