O marido da policial penal Edivânia da Silva foi preso temporariamente neste sábado (8), na cidade de Caetés (PE), horas após a servidora ser encontrada morta dentro de sua residência, em Patos, no Sertão da Paraíba. O homem, de 38 anos, é apontado como principal suspeito do crime.
Edivânia estava desaparecida desde sexta-feira (7), e familiares acionaram as autoridades após não conseguirem contato. Equipes da Polícia Militar e da Polícia Civil foram ao local e encontraram o corpo da vítima, que ainda usava o fardamento de trabalho, indicando que o crime pode ter ocorrido logo após o expediente.
Segundo os investigadores, a porta da casa estava aberta, e o cenário indicava que o assassinato aconteceu dentro do imóvel. Após o crime, o marido fugiu, mas foi localizado e detido em Pernambuco.
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Um detalhe que chamou atenção foi a pichação no muro da residência com as palavras “X9” e a sigla “CV”, em referência ao Comando Vermelho, facção criminosa de atuação nacional. A polícia investiga se as inscrições têm relação direta com o homicídio ou se foram feitas para confundir as investigações.
Em nota, a Secretaria de Administração Penitenciária da Paraíba (Seap-PB) lamentou a morte da servidora, que atuava na corporação desde 2012 e era lotada na Penitenciária Feminina de Patos. A pasta descreveu Edivânia como uma profissional exemplar e dedicada, e informou que está prestando apoio à família.






