Um jovem de 21 anos confessou ter decepado as patas de um cavalo com um facão na cidade de Bananal, interior de São Paulo, mas alega que o animal já estava morto no momento do ato. Em entrevista à TV Vanguarda, Andrey Guilherme Nogueira de Queiroz afirmou estar "embriagado e transtornado" quando cometeu a mutilação, e disse estar sendo injustamente acusado de crueldade.
“Estão me julgando e falando que eu sou um monstro. Eu não sou um monstro”, declarou o jovem, que também se disse arrependido do ocorrido.
A Polícia Civil abriu um inquérito para investigar as circunstâncias do caso e apurar se o cavalo foi mutilado ainda com vida. A definição desse ponto é crucial, pois pode configurar crime de maus-tratos, previsto no artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais. A legislação brasileira estabelece pena de 3 meses a 1 ano de detenção, além de multa, para quem praticar atos de abuso ou crueldade contra animais.
A investigação segue em andamento, com a coleta de provas e depoimentos de testemunhas que possam confirmar ou contestar a versão apresentada por Queiroz.






