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Investigação apura morte de policial militar em Boa Viagem após mal-estar

Por Redação Arcoverde Agora
Investigação apura morte de policial militar em Boa Viagem após mal-estar

Um caso envolvendo a morte do cabo da Polícia Militar de Pernambuco, José Maria Alexandre da Silva Júnior, de 40 anos, segue sob investigação rigorosa das autoridades estaduais. O militar, que integrava o efetivo do Regimento de Polícia Montada, faleceu na noite da última quinta-feira (11), após passar mal enquanto estava na residência de sua ex-namorada, localizada no bairro de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife. A ocorrência mobilizou equipes de segurança pública e gerou comoção entre os colegas de farda da corporação.

De acordo com informações contidas no Boletim de Ocorrência, a Polícia Militar foi acionada inicialmente sob a suspeita de um possível homicídio por envenenamento. No entanto, após os trabalhos periciais preliminares realizados no local, a autoridade policial responsável pela ocorrência determinou que o caso fosse registrado, por ora, como 'morte a esclarecer'. A reclassificação visa garantir que todos os elementos sejam analisados com a devida cautela técnica antes de uma conclusão definitiva sobre a dinâmica dos fatos que levaram ao óbito do policial.

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O corpo de Silva Júnior foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML), situado no bairro de Santo Amaro, na área central da capital pernambucana, onde passará por exames toxicológicos e necropsia detalhada para identificar a causa real do óbito. Até o momento, a Polícia Civil de Pernambuco não confirmou se a ex-namorada, que estava no local com o militar, foi ouvida oficialmente ou se figura como suspeita no inquérito em curso.

O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), por meio da 3ª Delegacia de Polícia de Homicídios, é o responsável pela condução das investigações. A corporação mantém sigilo sobre detalhes específicos da apuração para não comprometer o andamento dos trabalhos periciais e as oitivas que ainda devem ser realizadas. A morte do cabo, que era um profissional respeitado dentro do Regimento de Polícia Montada, levanta questionamentos que a Polícia Científica deve esclarecer nas próximas semanas com a apresentação dos laudos técnicos que nortearão os próximos passos do inquérito policial.

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