O Governo Federal oficializou a indicação de Guilherme Santos Mello para ocupar uma vaga no conselho de administração da Petrobras. A nomeação, comunicada pela petroleira na noite da última segunda-feira (6), traz consigo a intenção da União, na qualidade de acionista controladora da companhia, de promover Mello à presidência do colegiado. A decisão deverá ser ratificada durante a Assembleia Geral Ordinária (AGO), agendada para o dia 16 de abril, onde a nova configuração do conselho será formalizada perante os demais acionistas e representantes.
Atualmente, Guilherme Mello desempenha um papel central na equipe econômica do governo Lula, atuando como secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda. Além disso, o economista acumula experiência em órgãos estratégicos, presidindo o conselho de administração do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e compondo o quadro diretivo da Pré-Sal Petróleo S.A (PPSA). Sua formação acadêmica é robusta, incluindo doutorado em Ciência Econômica pela Unicamp e mestrado pela PUC-SP, reforçando um perfil técnico que o governo busca alinhar às diretrizes estratégicas da estatal de energia.
📲 Fique por dentro das notícias de Arcoverde!
Agora o Arcoverde Agora também tem um canal oficial no WhatsApp, onde você recebe em primeira mão as principais informações da cidade e do Sertão do Moxotó.
👉 Clique aqui e entre no nosso canal
Paralelamente à movimentação envolvendo Guilherme Mello, a empresa comunicou que Marcelo Weick Pogliese assumirá a presidência do conselho de administração de forma interina. Weick, que já integrava o colegiado, assume o posto deixado por Bruno Moretti, recém-nomeado para o Ministério do Planejamento e Orçamento. A gestão interina de Weick perdurará até a realização da assembleia de abril, garantindo a continuidade dos trabalhos administrativos do conselho, que é o órgão responsável por definir as diretrizes estratégicas e as políticas de longo prazo da companhia.
A Petrobras reiterou, em nota ao mercado, que as indicações seguirão estritamente os protocolos de governança corporativa e a Política de Indicação de Membros da Alta Administração. O processo envolve uma análise rigorosa de requisitos legais, de gestão e de integridade. A chegada de novos membros ao conselho reflete o desejo da administração federal em imprimir um ritmo específico nas decisões de uma das maiores empresas do país, mantendo o equilíbrio entre a rentabilidade acionária e a implementação das políticas públicas prioritárias definidas pelo atual governo para o setor de petróleo e gás no Brasil.






