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G7 afirma estar pronto para agir e evitar crise no mercado global de energia

Por Redação Arcoverde Agora
G7 afirma estar pronto para agir e evitar crise no mercado global de energia

Os países do G7 declararam nesta segunda-feira (30) que estão preparados para adotar medidas com o objetivo de garantir a estabilidade do mercado global de energia. A posição ocorre em meio ao aumento das tensões no Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de escoamento de petróleo do mundo.

Em comunicado conjunto, o grupo — formado por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido — informou que seguirá coordenando ações com parceiros internacionais e poderá convocar novas reuniões diante de desdobramentos da crise.

A situação ganhou novos contornos após declarações de autoridades dos Estados Unidos. O secretário de Estado, Marco Rubio, afirmou que o Estreito de Ormuz será reaberto “de uma forma ou de outra”, seja por meio de negociação com o Irã ou por uma eventual coalizão militar internacional.

Rubio ainda indicou que os objetivos americanos no conflito poderão ser alcançados em poucas semanas e alertou para “graves consequências” caso o Irã mantenha restrições à passagem na região estratégica.

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Na mesma linha, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, declarou que o país pode assumir gradualmente o controle do estreito, destacando que o mercado global segue abastecido, apesar das incertezas.

Do outro lado, o governo iraniano reagiu com ironia às ameaças do presidente Donald Trump. Segundo a mídia estatal, o país teria “reaberto” o estreito, mas apenas para dois petroleiros chineses, em uma resposta simbólica às pressões americanas.

Apesar disso, autoridades iranianas negam a existência de negociações diretas com Washington. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmaeil Baqaei, afirmou que o país recebe apenas mensagens indiretas e criticou as exigências dos EUA, classificando-as como “excessivas e descabidas”.

A crise no Estreito de Ormuz é acompanhada com preocupação global, já que qualquer interrupção significativa na rota pode impactar diretamente os preços do petróleo e a economia mundial. Diante desse cenário, o G7 reforça seu papel como articulador de medidas emergenciais para evitar uma escalada ainda maior no mercado energético internacional.

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