Durante a abertura da primeira reunião do Conselho de Paz, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que “parou oito guerras” desde que assumiu o cargo e que o fim de “mais uma guerra” estaria próximo. Ele afirmou ainda que, nos próximos 10 dias, deverá ficar claro se haverá acordo diplomático com o Irã ou avanço para uma ação militar.
“Talvez tenhamos que dar mais um passo, ou talvez não. Talvez cheguemos a um acordo. Provavelmente vocês saberão nos próximos 10 dias”, disse o republicano.
Trump destacou o papel de seu genro, Jared Kushner, e do enviado especial Steve Witkoff nas negociações com o governo iraniano. Segundo ele, as conversas estão em andamento, mas reforçou que o Irã “não pode desenvolver” armas nucleares.
“Não pode haver paz no Oriente Médio se eles tiverem armas nucleares”, afirmou.
Gaza e Conselho de Paz
Trump também comentou sobre a situação na Faixa de Gaza, afirmando que “há paz no Oriente Médio” e que o conflito no enclave palestino teria acabado, embora tenha reconhecido a existência de “pequenas chamas” em referência a ataques israelenses recentes. Ele pressionou o Hamas a cumprir o acordo firmado.
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O Conselho de Paz, criado por Trump para supervisionar a transição de poder em Gaza, teria convidado cerca de 60 lideranças mundiais, incluindo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Países interessados em assento permanente precisariam contribuir com US$ 1 bilhão. A iniciativa gerou preocupação internacional por possível enfraquecimento da Organização das Nações Unidas.
Exercícios militares e alerta aéreo
Em meio à escalada de tensão, Irã e Rússia realizaram exercícios navais no Estreito de Ormuz. Moscou afirmou que os treinamentos foram planejados antes do agravamento da crise, mas pediu moderação às partes envolvidas.
O comandante da Marinha iraniana, Hassan Maghsoodloo, declarou que os exercícios visam combater ameaças à segurança marítima.
Além disso, o governo iraniano emitiu um alerta aéreo (Notam) indicando possível lançamento de foguetes no sul do país. A informação consta em registros da Administração Federal de Aviação.
Enquanto isso, os Estados Unidos ampliaram sua presença militar na região. O vice-presiden






