A saída de Gilson Machado do Partido Liberal para o Podemos evidencia um movimento estratégico em meio à reorganização da direita em Pernambuco. Segundo o próprio ex-ministro, dois fatores pesaram: a falta de espaço no antigo partido e a necessidade de viabilizar uma candidatura com reais chances nas urnas.
No novo partido, Gilson afirma ter recebido “carta branca” de Marcelo Gouveia e Renata Abreu para apoiar Flávio Bolsonaro em eventual disputa presidencial, além de contribuir para fortalecer os quadros da legenda no estado.
📲 Fique por dentro das notícias de Arcoverde!
Agora o Arcoverde Agora também tem um canal oficial no WhatsApp, onde você recebe em primeira mão as principais informações da cidade e do Sertão do Moxotó.
👉 Clique aqui e entre no nosso canal
Do outro lado, o PL, presidido em Pernambuco por Anderson Ferreira, reagiu com críticas. Durante evento em Petrolina, Anderson afirmou que Gilson teria “traído Flávio Bolsonaro e a direita de Pernambuco em nome de um projeto individual”.
Faltando menos de oito meses para as eleições, o cenário aponta para uma direita fragmentada no estado. Analistas avaliam que a divisão pode dificultar a consolidação de um palanque unificado, especialmente diante do embate nacional entre Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva.






