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Denúncias de acúmulo ilegal de funções marcam gestão de Luciano Pacheco na Câmara de Arcoverde

Por Redação Arcoverde Agora
04/05/2026 - Atualizado há 1 hora
Denúncias de acúmulo ilegal de funções marcam gestão de Luciano Pacheco na Câmara de Arcoverde

A gestão do vereador Luciano Rodrigues Pacheco à frente da Câmara Municipal de Arcoverde atravessa um período de intensa instabilidade política. O foco da polêmica reside em denúncias de um suposto acúmulo ilegal do exercício da advocacia privada com as funções inerentes à presidência do Legislativo municipal. A situação, que tem gerado embates acalorados entre governistas e opositores, levanta questionamentos profundos sobre a conduta ética e o cumprimento de horários pelo agente público.

Conforme documentos que vieram a público, no dia 28 de abril de 2025, o parlamentar teria atuado simultaneamente em frentes distintas. Registros oficiais apontam sua presença em um cartório na cidade de Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro, para movimentação de processos, enquanto, na mesma data, participava de sessão legislativa em Arcoverde, ainda que de forma remota. A dualidade de papéis em um intervalo de tempo tão curto despertou o alerta de membros da casa e da opinião pública, que exigem esclarecimentos objetivos sobre como tais atividades puderam coexistir.

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O cenário se agravou com a revelação de que a conduta não teria sido isolada. Relatos indicam que, nos dias 29 e 30 de abril, o presidente da Câmara teria dado continuidade a atos processuais e, inclusive, atuado na defesa de um acusado perante o Tribunal do Júri. A defesa apresentada por Luciano Pacheco, através de carta pública, na qual nega as irregularidades, tem sido confrontada por documentos que comprovam a movimentação processual. Para os denunciantes, a tentativa de desqualificar as evidências é uma afronta à inteligência do legislativo e da própria população.

O desfecho desta crise agora transborda a esfera estritamente jurídica, transformando-se em um severo teste de credibilidade para a administração da Câmara. A sociedade arcoverdense aguarda uma posição oficial que confronte os fatos registrados em autos judiciais com a narrativa defendida pelo vereador. Enquanto a falta de respostas claras prevalece, a confiança no comando da Casa Legislativa permanece em xeque, com oposição e aliados observando atentamente os próximos desdobramentos que podem ditar o futuro político de Pacheco no município.

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