A prestigiada revista Forbes divulgou, nesta terça-feira (10), a sua aguardada lista anual de bilionários globais referente ao ano de 2026. O ranking, que se consolidou como uma das maiores referências de riqueza no mundo, apresenta um cenário de expansão econômica, reunindo mais de 3,4 mil nomes. Deste total impressionante, cerca de 11,3% são novos integrantes que não figuravam na edição do ano passado, demonstrando a dinâmica constante de criação de fortunas ao redor do globo.
Geograficamente, a lista abrange pessoas de 40 países diferentes; contudo, a concentração de riqueza permanece acentuada. Estados Unidos e China, isoladamente, concentram quase metade dos novos bilionários, detendo 41% do montante total de estreantes. Em termos absolutos, esses dois gigantes econômicos somam 161 novos nomes, sendo 106 dos Estados Unidos e 55 da China. A Forbes estima que, somada, a fortuna desse grupo de estreantes atinge a marca de US$ 755 bilhões, cifra que equivale a aproximadamente R$ 3,9 trilhões na conversão direta.
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Entre os destaques culturais desta edição, chama a atenção a entrada da superestrela Beyoncé, que agora integra o rol dos bilionários com uma fortuna estimada em US$ 1 bilhão, fruto de sua carreira musical e empreendimentos. O setor cinematográfico também celebra a chegada do renomado diretor James Cameron, visionário por trás de sucessos globais como "Avatar" e "Titanic", que acumulou em 2026 um patrimônio de US$ 1,1 bilhão. A mulher mais rica entre os estreantes globais é Jennifer Gilbert, com impressionantes US$ 5,7 bilhões.
O Brasil também manteve sua relevância no cenário internacional com 70 bilionários listados, sendo que 18 indivíduos entraram no ranking pela primeira vez. Entre os brasileiros de destaque estão nomes como Max Van Hoegaerden Herrmann Telles, com US$ 7,4 bilhões, e Roberto Sallouti, com US$ 4,7 bilhões. Em contrapartida, o ranking de 2026 traz mudanças significativas em relação ao ano anterior, com a saída de nomes proeminentes, como Vicky Safra, que possuía US$ 20,7 bilhões, e David Velez, com US$ 10,7 bilhões, evidenciando as flutuações constantes nos mercados financeiros e nos critérios de avaliação da Forbes.






